Pesquisas do FMI publicadas antes de setembro de 2026 estimavam que aproximadamente 60% dos empregos das economias avançadas têm tarefas potencialmente expostas à inteligência artificial. Para a Europa, um estudo de 2025 projetou aumento acumulado de produtividade próximo de 1% em cinco anos sob suas hipóteses. Exposição não significa substituição automática de trabalhadores: algumas ocupações podem ganhar produtividade, enquanto outras enfrentarão mudança de tarefas ou menor demanda por certas habilidades.
Os números combinam duas pesquisas com recortes diferentes. Os 60% descrevem economias avançadas em geral, não uma medição exclusiva dos trabalhadores europeus avançados; o 1% é simulação acumulada, não crescimento anual garantido. A resposta de empresas e governos dependerá de treinamento, adoção efetiva e capacidade de proteger quem perde espaço na transição. O radar original associava esses dados a uma fala posterior do FMI, publicada apenas depois de 20 de setembro; esta recuperação usa somente estudos já disponíveis na data histórica.