A corrida para levar fabricantes chineses de robôs humanoides à Bolsa encontrou um teste de realidade. Segundo pessoas familiarizadas com o processo ouvidas pela Reuters em 21 de setembro, reguladores passaram a examinar com mais cuidado as candidaturas do setor, incluindo a origem das receitas e o peso de projetos apoiados pelo Estado. A agência relacionou o escrutínio à trajetória da Unitree: suas ações subiram mais de cinco vezes na estreia em Xangai e depois recuaram 55% em relação ao pico.
O ponto para investidores e empresas não é se os robôs funcionam em apresentações, mas se há clientes dispostos a empregá-los de forma recorrente e rentável. A abertura de capital da Unitree mostrou forte apetite por exposição ao tema, enquanto analistas consultados pela Associated Press já alertavam que demonstrações e pesquisa ainda não equivalem a adoção industrial em escala. O relato sobre o maior rigor regulatório baseia-se em fontes anônimas; até a data desta edição, não era uma proibição formal de IPOs.