A INEOS anunciou em 22 de setembro que colocaria em suspensão suas três unidades químicas de Hull, no Reino Unido. Duas já haviam interrompido a produção e a terceira deveria parar nos dias seguintes. As plantas fabricam intermediários usados por setores como farmacêutico, cosmético e construção. Segundo a companhia, elas sustentam quase quatro mil empregos diretos e associados; esse número não equivale a quatro mil demissões anunciadas.
A explicação apresentada pela INEOS é a diferença no custo de energia: sua nota fala em gás europeu 12 vezes mais caro que o dos Estados Unidos naquele momento. O número é uma comparação feita pela empresa e pode variar conforme mercado e data. A paralisação mostra como energia e insumos afetam a competitividade da indústria química europeia. O anúncio fala em suspensão até novo aviso, portanto não deve ser descrito como fechamento definitivo das fábricas.