A startup americana EnerVenue cancelou o plano de fazer do Kentucky sua primeira base fabril e construiu uma instalação em Changzhou, na China. Em entrevista filmada pela Reuters antes de 23 de setembro, o presidente Henning Rath explicou que o projeto americano serviu de aprendizado, mas a tecnologia ainda precisava amadurecer e as iterações eram caras. Ele apontou a concentração local de especialistas e fornecedores em automação como vantagem para testar e ampliar a nova geração de células.
Na data desta edição, o início da produção em massa era anunciado para 24 de setembro; não cabe tratá-lo como fato já ocorrido em 23. A escolha mostra que incentivos para produzir em um país precisam competir com a densidade da cadeia industrial existente em outro. A EnerVenue disse querer atender a América do Norte, mas ainda não havia definido onde ficaria uma futura fábrica local. A história é sobre sequência de industrialização, não abandono definitivo do mercado americano.