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Liderança na era da inteligência artificial exige equilíbrio entre análise e habilidades humanas

Executivo destaca valor do pensamento crítico e da escuta ativa na condução de pequenas e médias empresas.

Em debate sobre a transformação dos negócios e liderança promovido pela Telefónica, Javier Vizcaino ressaltou que a transição corporativa impulsionada pela inteligência artificial não pode ficar restrita à implementação de novas ferramentas digitais. O executivo apontou que líderes de pequenas e médias empresas precisarão fortalecer traços essencialmente humanos, como discernimento crítico, curiosidade genuína, escuta ativa e construção de confiança entre os times. A tese central é que a eficiência dos algoritmos precisa ser complementada por um estilo de gestão empático e focado nas pessoas.

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