Reflexões de liderança publicadas pela Telefónica destacam que a consolidação da inteligência artificial nas organizações altera profundamente as competências executivas. A liderança eficaz não se resume mais a operar novas ferramentas, mas em cultivar autoconsciência, escuta ativa, pensamento crítico e discernimento para delimitar quais processos devem ser automatizados e quais exigem intervenção humana insubstituível. Em cenários com risco elevado, manter a supervisão ética e o propósito é determinante para engajar equipes e sustentar a confiança.
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Carreira1 min de leituraPor Tiago Bona
Liderança na era da IA passa a exigir julgamento crítico, escuta ativa e governança humana
Especialistas ressaltam que transformar negócios requer clareza sobre o que automatizar e responsabilidade pelas decisões.
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