Em artigo de análise corporativa, Ruth Gamero, da Telefónica, debateu os desafios de liderança diante da expansão veloz da inteligência artificial. O posicionamento defende que o diferencial profissional não reside apenas no domínio técnico de novas ferramentas, mas no desenvolvimento de autoconhecimento, curiosidade e capacidade de discernir com clareza quais decisões podem ser automatizadas e quais exigem responsabilidade e supervisão humana irrevogável.
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Carreira1 min de leituraPor Tiago Bona
Liderança e discernimento humano ganham peso estratégico na era da inteligência artificial
Especialistas ressaltam a necessidade de pensamento crítico e julgamento ético para guiar automações corporativas.
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