O Bradesco informou que acionistas subscreveram 402,5 milhões de ações durante o período de preferência de seu aumento de capital, número equivalente a cerca de R$ 6,5 bilhões aos preços de emissão definidos. A operação, aprovada em julho, poderia alcançar R$ 10 bilhões. O banco ainda ofereceria aproximadamente 202,4 milhões de ações remanescentes a participantes que haviam reservado esse direito. O valor inicial, portanto, não era o resultado final da captação.
A administração relaciona o reforço patrimonial à continuidade de investimentos em tecnologia, eficiência comercial e expansão de negócios. Para acionistas, a subscrição traz a escolha entre aportar recursos para manter participação ou aceitar diluição relativa. O processo também depende da homologação e das condições comunicadas pela instituição. A sequência importante é acompanhar a demanda pelas sobras, o montante efetivamente integralizado e o uso do capital nos resultados futuros, sem confundir valor subscrito com crescimento automático do lucro.