Fabricantes chinesas de veículos estão procurando formas de produzir dentro da Europa enquanto o bloco discute exigências de conteúdo local. Segundo a Reuters, a BYD avalia fábricas existentes que poderia comprar e reformar; Espanha e França aparecem como possibilidades. Outras marcas adotaram parcerias para usar linhas subutilizadas: casos citados incluem Leapmotor, Dongfeng, Geely e Chery em diferentes estruturas e países.
A lógica econômica é reduzir o tempo para iniciar produção, usar mão de obra e infraestrutura já disponíveis e adaptar a cadeia a regras comerciais que ainda estão em discussão. Mas os movimentos não são equivalentes: dividir uma linha com uma montadora europeia difere de comprar uma planta inteira. A busca da BYD tampouco é um contrato de aquisição anunciado. O efeito para a indústria local dependerá de investimentos efetivos, conteúdo produzido no continente e empregos sustentados, não apenas da nacionalidade da marca estampada no carro.