A CATL desenvolveu uma bateria mais alta, concebida para a arquitetura de picapes elétricas vendidas nos Estados Unidos, conforme declaração de um executivo da companhia relatada em 21 de setembro pelo Financial Times e reproduzida por veículos especializados. Fabricantes americanos já a testavam, segundo o relato. A possibilidade de licenciar a tecnologia para produção local apareceu como caminho para contornar restrições à importação, não como contrato fechado para esse novo desenho.
O detalhe de engenharia importa porque picapes têm exigências de espaço, peso e uso diferentes das de automóveis menores. A CATL tenta vender conhecimento de produto e fabricação mesmo em um mercado politicamente difícil para fornecedores chineses. Há precedente concreto: a Ford já havia explicado que usaria tecnologia licenciada da CATL para produzir células de fosfato de ferro-lítio em Michigan. Ainda assim, o precedente não confirma cliente, fábrica ou cronograma para a bateria específica de picapes. Esses marcos continuam pendentes.