A General Motors informou em 22 de setembro ter concluído um piloto que devolveu minerais de baterias usadas à fabricação de novos veículos elétricos. O projeto, repercutido pela imprensa setorial em 24 de setembro, envolveu a Cirba Solutions e outros parceiros da cadeia. Segundo a montadora, oitenta baterias em fim de vida foram recuperadas, e o processo gerou mais de doze toneladas de material ativo de cátodo. Novas células utilizaram níquel, cobalto e manganês integralmente reciclados.
O alcance dessa afirmação precisa ser preservado: o conteúdo reciclado citado corresponde a esses minerais, não a todos os materiais ou componentes de uma bateria. A GM apresenta a iniciativa como piloto e base para aprendizado, sem afirmar que toda sua produção já opere dessa forma. Para a indústria, fechar o ciclo exige logística, refino e validação de qualidade, além da coleta. A possibilidade de reaproveitar insumos pode ajudar a diversificar fornecimento, mas redução de custo em escala depende de volumes e processos. O resultado é um marco operacional delimitado, ainda insuficiente para prometer veículos imediatamente mais baratos.